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Eu e o Ano

Precisa das trevas a luz para vir após?
Há de ser tão confuso desatar tais nós?
Atravesso o túnel escuro da frustração
guiado só por perseverante sofreguidão
e o que encontro ao alcançar seu final?
Tão radiante como a luz do sol matinal,
com requintes mil de delícia sem igual,
avisto um Espelho de Ojesed, sabe qual?
É dos livros do Harry Potter, você leu?
Que não reflete quem a ele se estendeu,
mas, dos seus desejos, o mais primário.
Osejed, olha só, é desejo ao contrário.
E o que vi nesse mágico espelho afinal?
Oras, adivinha, você não se acha o tal?


(Júlio B.)
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