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Através de Billy Corgan

Fale comigo numa língua
que eu possa entender
esta noite.
A urgência do agora anuncia
os meus trinta e três anos:
preciso continuar
a tentar, tentar, tentar.
O amor salva tudo,
mas ninguém, em nenhum lugar,
entende examente o que quero,
o zero do meu reflexo cortante,
até onde os meus segredos vão.
Você nunca parte sem deixar
parte da juventude pra trás.
O gosto de envelhecer é veneno,
mas se você se sente pequeno,
grite,
se a mordaça fere,
e eu conheço o silêncio do mundo,
o tempo cura...
mas nunca é tempo o bastante.
Sempre que eu corri até você,
não havia um porquê.
E o pesadelo continuava.
Mas, acredite em mim,
eu tentava.
Disarme minhas armas aladas
com um sorriso bonito,
seja o meu lar.
Desta vez foi perfeito,
você falou minha língua,
aquela na qual me eduquei
atráves dos seus olhos,
nos braços de sua melancolia.
Eu queria acreditar em você,
era você que eu adorava,
e hoje, recuperei a minha fé
sob a luz das estrelas,
em nosso adeus e até mais.


(Júlio B.)
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