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Poesia Ensanguentada de Abril

Velhas metáforas recorrentes,
em geral, cada qual a seu tempo,
contudo, hoje juntas num só tento,
em um eclipse tão coincidente:
no calendário que tanto corre,
em meu braço, no furo preciso,
e nestes metaversos que inciso.
O sangue é um poema que escorre,
ainda mais agora em abril,
dos meses, o mais cruel e vil.


(Júlio B.)
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