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Como Dylan no Cinema, Como Dylan no Jantar

Quatro poemas na fila do Dylan,
depois de mil telefonemas.

Há quanto tempo eu não escrevia?
Há quanto tempo eu só acumulava ideias
nas gavetas inseguras da memória?
Na loucura das avenidas que eu mal sei o nome?

Mas sigo por instinto em busca de um desejo,
o perigo me persegue, e eu não olho pra trás.
Volto pra casa.
Quatro poemas no jantar.
Com este, seriam cinco.


(Júlio B.)
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